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sexta-feira, 25 de junho de 2021

Dez dedos, dez segredos

 A última obra que trabalhámos na sala foi  "Dez dedos, dez segredos", de Maria Alberta Menéres.

Andámos ao longo de uma semana a ler os segredos de alguns dos dedos das suas mãos, ouvindo a leitura da obra.

Depois representámos os nossos dedos com personagens muito variadas! Havia algumas baseadas em personagens reais e outras imaginárias. 

Por fim, inventámos os segredos dos nossos dedos. E que segredos inventámos! Nem imaginam o que escondem os dedos!!

Esta semana o professor Bibliotecário veio à nossa sala apresentar essa obra mas desta vez através de vídeos. Já conhecíamos algumas mas não faz mal porque achámos os vídeos muito giros.



sexta-feira, 6 de novembro de 2020

Numa sala mista, A flor vai ver o mar

 Hoje a nossa aula foi bem diferente do habitual! 

Como alguns colegas ainda estão em casa, tivemos duas salas de aula, aquela em que estamos todos juntos e a virtual, na casa de cada um. Era uma sala mista!

Fizemos as habituais tarefas sempre em conjunto, acompanhando-as no quadro interativo que nos apresentava o trabalho e os colegas, de vez em quando.

A professora brincou dizendo que era pena que não tivéssemos um botão para desligar o som, como nas aulas desta semana pois ficava muito mais fácil o trabalho. Custou-nos mesmo muito estar calados pois tínhamos sempre alguma coisa para dizer!

Logo de manhã, começámos a trabalhar a obra "A flor vai ver o mar", de Alves Redol. 


Ouvimos a professora ler o texto e fomos acompanhando as imagens. Esta história tem como personagem principal uma flor que vive uma aventura acompanhada por um boi, um cão, uma rã, um pau,...

Fiquem a conhecer a história aqui...

A flor vai ver o mar

ou aqui...

sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Corre, corre, cabacinha

Hoje começámos a trabalhar a história "Corre, corre, cabacinha", na versão de Alice Vieira.

A professora mostrou-nos o livro e, em vez de o ler, pôs uma gravação...

Ouvimos com muita atenção e a meio o Duarte começou a cochichar com o Dinis porque percebeu que a voz das personagens era a da mãe. A Leonor não identificou no narrador a voz da sua mãe mas quando a professora disse quem era, ela ficou um bocadito corada e confirmou que a reconhecia agora.

Parabéns às mães da Leonor e do Duarte por terem aceite o desafio lançado pela professora!

Vimos depois o filme e concordámos que os desenhos estavam muito bonitos mas que as mães contavam melhor a história! Ouçam as duas versões e confirmem!