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terça-feira, 25 de maio de 2021

Notícias dos bichos-da-seda

 Já não damos notícias dos nossos bichos-da-seda há alguns dias!

Tem havido muitas mudanças! As lagartas desapareceram há cerca de uma semana e agora só temos na caixa muitos e muitos casulos!

Já não temos de nos preocupar em arranjar folhas de amoreira e a tarefa diária é espreitar a caixa para recolher as mariposas que são colocadas numa nova caixa, sobre folhas de papel. A professora até brinca dizendo que parece que estamos a tirar ovos do capoeiro! Num dia tiramos 5, no outro dia 6,...

O número de mariposas deu para trabalharmos ontem a matemática! Tirámos 15 mariposas e ficámos espantados com o número. A professora perguntou-nos quantas costumávamos recolher por dia. Uns dias 4, outros 5, respondemos.  Fez-nos depois pensar em quantos dias não o tínhamos feito, os dois do fim de semana. Pusemos as cabeças a pensar e respondemos logo: se num dia tiramos 4 ou 5, no fim de semana seriam 8 ou 10. Juntando às de hoje, teríamos 12 ou 15! Realmente, como costumámos dizer na sala, a matemática está em todo o lado!


Realmente, é muito fácil identificar os machos e as fêmeas! Para além da diferença do tamanho (as fêmeas são maiores), temos o movimento agitado dos machos. O seu bater de asas faz uma barulheira!

Conforme vamos colocando as mariposas na caixa, elas vão acasalando e pondo os ovos. Já temos muitos, muitos ovos! Hoje a professora teve até de arranjar uma segunda caixa porque a primeira estava já muito ocupada! 

Quando já não houver mariposas (elas vão morrendo ao fim de alguns dias), vamos guardar as caixas com os papeis onde estão depositados os ovos e na próxima primavera iniciamos um novo ciclo.

quarta-feira, 19 de maio de 2021

Ambiente online

Hoje foi dia de atividades online.

Como não podemos estar juntos, usamos as tecnologias para partilhar experiências.

Antecipando o Dia da abelha, logo de manhã estivemos em direto de um apiário com um pai e um avô que nos falaram de abelhas e do ciclo do mel. Pudemos saber curiosidades sobre as abelhas e no fim pudemos fazer perguntas. A Beatriz antecipava-se sempre ao pai e ao avô respondendo aos colegas! A professora disse-lhes que, quando se reformassem, tinham de certeza quem tomasse conta das abelhas pois ela sabe mesmo tudo!  Como ela disse, falta-lhe o fato! 

Desta atividade passámos para o Webinar Dia Municipal das Eco Escolas de Paredes. A nossa escola foi convidada a partilhar o trabalho feito na escola. Falámos da nossas saídas de campo, de biodiversidade, do Parque das Serras do Porto, de espécies autóctones e de controle de invasoras, de atitudes sustentáveis, do bicho-da-seda, da utilização de materiais de desperdício nos trabalhos, da nossa horta que não existe por causa dos coelhos que visitam a escola,... Podíamos ter falado de muitas mais porque a nossa escola é uma escola amiga do Ambiente, mas o tempo era pouco.

Tivemos que sair mais cedo do Webinar porque tínhamos encontro virtual com a bióloga Xana Sá pinto, que também está no projeto do Bibliolab. Falamos-lhe do que tínhamos aprendido sobre as abelhas e depois conversámos um pouco sobre a sua importância. A nossa conversa passou para a biodiversidade e para as cadeias alimentares e a professora disse que tinha recebido uma fotografia do gato da Leonor que apanhou um sardão! Logo o Tomás e o Salvador comentaram que os cães deles fazem asneiras e apanham toupeiras!

Neste encontro a Xana lançou-nos dois desafios. O primeiro será investigar para ver se só as abelhas são agentes polinizadores. Para essa pergunta temos resposta pois já vimos borboletas, escaravelhos e outros insetos. No desafio lançado à família sobre fauna e flora, há alguns registos desses polinizadores. O segundo desafio foi pensar como pode a Leonor evitar que o gato dela apanhe sardões. Apresentámos algumas soluções mas parece que vamos ter que pensar melhor no assunto!


quarta-feira, 12 de maio de 2021

Mariposas e diversidade

Hoje de manhã tínhamos mais duas mariposas na caixa! A professora viu logo a primeira mas a segunda só foi vista a meio da manhã. É que a caixa está cheia de casulos e fios de seda e as mariposas confundem-se mesmo com o fundo!

Ao fotografar as lagartas vimos logo umas diferenças! A de ontem tem umas pintas pretas nas asas...

A primeira encontrada hoje tinha as asas lisas, com um tom amarelado ...

e a última tinha uma pinta apenas numa asa! 

Tanta diversidade apenas em três mariposas!

Ao ver as fotografias no quadro interativo conseguimos ter uma imagem espetacular dos pormenores dos seus corpos! Conseguimos perceber os aneis por baixo do corpo e os fios das suas antenas!
Ainda nos falta conseguir ver os seus olhos! Vamos tentar amanhã!

Será que amanhã vamos ter mais mariposas?

terça-feira, 11 de maio de 2021

A primeira mariposa

Hoje, quando chegámos à sala tínhamos uma surpresa: tinha nascido a primeira mariposa! Ficámos muito excitados e felizes!

A professora colocou-a numa caixa forrada com uma folha de papel.Cada mariposa que surgir será colocada nesta caixa.

Não sabemos se é macho ou fêmea.  A professora ainda tentou descobrir o casulo de onde ela saiu para ver se era possível identificar mas, temos tantos casulos que foi impossível!

Vimos um rasto que a mariposa deixou na caixa nova. É o líquido ácido acastanhado que a ajudou a abrir o casulo. 

Vimos uma fotografia ampliada e reparámos que o corpo dela é coberto de pelos! Não vimos realmente a boca mas também não conseguimos mas ainda ver os olhos! 

A professora mostrou-nos umas antenas que parecem um pente e ajudam na sua orientação.


Aprendemos que para atrairem uns aos outros usam uma substância que libertam, a feromona.

Estivemos a ver que na caixa temos casulos de duas cores, uns brancos e outros amarelos. A Bianca perguntou se isso podia indicar o sexo da mariposa. Esta pode ser outra questão problema para investigarmos!


Será que agora as mariposas vão aparecer seguidas? Será que todos os casulos vão abrir? Será que todas vão acasalar? Será que vamos ter muitos ovos?

Estamos muito ansiosos para saber as respostas a estas perguntas!


terça-feira, 4 de maio de 2021

Mais uma investigação

 Continuamos com as nossas investigações para conhecer melhor o bicho-da-seda.

Quando descobrimos que eles respiravam pelos espiráculos, uns pequenos orifícios laterais que acompanham o seu corpo, surgiram algumas questões:

- Será que todas as lagartas têm o mesmo número de espiráculos?

- Será que o número de espiráculos aumenta com o crescimento das lagartas? 

Não havia mesmo certezas para estas respostas e a professora disse que eram umas boas questões para uma investigação

Hoje pegámos nas lupas e nas lagartas e fomos verificar. Era muito difícil fazer a contagem porque elas mexem-se e torcem-se muito! Tivemos que fazer mais do que uma contagem para ter a certeza!

Cada grupo apresentou as suas conclusões e conseguimos concluir que a lagarta tem oi espiráculos ao longo do corpo e um  no que achamos que é a cabeça, o que dá um total de nove pares de espiráculos.

Fizemos a contagem numa das maiores lagartas, que está com cerca de 8 centímetros e numa pequena, com cerca de 4 centímetros e pudemos concluir que o número é o mesmo, portanto, o número de espiráculos não aumenta com o crescimento da lagarta.

As lagartas continuam a fazer os seus casulos, insistindo agora em sair da caixa, de tão ocupada que ela começa a ficar! Até na tampa da caixa temos casulos!

Agora esperamos impacientes que as mariposas comecem a romper o casulo! 



terça-feira, 27 de abril de 2021

Notícias dos bichos-da-seda

 Os nossos bichos-da-seda continuam a crescer e a continuar o seu ciclo.

A caixa já fica pequena para tantas lagartas e tantos casulos!

O problema da alimentação está resolvido pois as amoreiras já têm muitas folhas e agora descobrimos que eles também comem folhas de figueira!

Para construir os casulos eles preferem cantinhos, esconderijos, e as caixas dos ovos estão a ficar todas ocupadas! Já há vários andares de casulos nas paredes da caixa!

Algumas lagartas mais aventureiras resolveram explorar o mundo fora da caixa e a professora teve que colocar uns obstáculos para impedir a passagem. Logo elas se instalaram e construiram os casulos, mesmo de pernas para o ar! Estas lagartas são umas artistas! 

Andamos a estudar os seres vivos e temos aprendido mesmo muito com estes nossos amigos!

Tínhamos uma nova investigação para fazer, saber se todas as lagartas têm o mesmo número de espiráculos, mas esta semana andamos tão atarefados com os trabalhos do Dia da Mãe que não tivemos tempo!

Temos que nos despachar pois começam a ser mais os casulos do que as lagartas!

quarta-feira, 21 de abril de 2021

Curiosidades sobre o bicho-da-seda

Na sala continuamos a cuidar dos bichos-da-seda e a investigar para os conhecer melhor.

Nestas últimas semanas investigámos a sua alimentação e fizemos experiências para ver se eles comiam outras folhas além das de amoreira. 

Experimentámos várias espécies de folhas, até conseguimos que dois comessem as de cerejeira, e por isso, foram colocados num caixa à parte, dentro da caixa grande. 

Finalmente, descobrimos que eles comem folhas de figueira! Isto foi uma boa descoberta pois estávamos com muitas dificuldades em encontrar amoreiras! Figueiras há muitas e nesta altura estão cobertas de folhas!

Hoje comparámos com uma folha inteira uma folha de figueira colocada ontem. Estava quase toda comida!


Sabemos agora muitas coisas sobre o bicho-da-seda!

- são os únicos insetos domésticos

- respiram pelos espiráculos, uns orifícios que eles têm ao longo do corpo. Alguém apresentou uma dúvida e agora temos uma nova questão-problema para investigar: Será que as lagartas têm todas o mesmo número de espiráculos?

- só os ovos fecundados, que de amarelo passam a uma cor escura, eclodem e dão origem a uma larva.

- passam por várias fases: ovo, larvas, pupa e mariposa.

- ao longo da sua vida mudam 4 vezes de pele.

- aumentam de tamanho 10 000 vezes!

- conseguimos distinguir o seu sexo na fase de pupa (a fêmea é maior), na forma do casulo (o das fêmeas é maior e mais arredondado); as mariposas macho são mais agitadas  (vamos depois verificar se isso é verdade).

- fazem os casulos nos cantos das caixas, gostando de sítios sossegados (colocámos na caixa embalagens de ovos onde elas se escondem para construir os casulos). 

- para sair do casulo, libertam um líquido escuro que o rompe.

- as mariposas só têm um par de asas, enquanto as borboletas têm dois pares.

- as mariposas põem cerca de 500 600 ovos.

- as mariposas não têm boca para comer e morrem 2 ou 3 dias depois de porem os ovos.

Os nossos bichos-da-seda já começaram a fazer os casulos e agora estamos muito ansiosos para ver as mariposas e acompanhar a postura dos ovos.

Quando elas surgirem nós vamos colocá-las numa caixa nova, com um papel por baixo, para receber os ovos, guardando-as em local fresco para no próximo ano acompanharmos um novo ciclo.

Ontem a Bianca perguntou à professora se íamos libertar na Natureza as mariposas quando aparecessem, mas agora já sabemos a resposta! A Bianca até ficou com pena, por saber que elas apenas surgem para acasalar e por ovos e que só duram 2 ou 3 dias. 

A nossa sala tem sido um verdadeiro laboratório e nós uns bons investigadores

Hoje a nossa investigação foi feita com os bichos-da-seda da educadora Paula que estão muito mais atrasados que os nossos! Estivemos com uma câmara-lupa a ver os ovos, conseguindo mesmo ver alguns a eclodir.

Estamos a gostar muito deste projeto!


terça-feira, 20 de abril de 2021

Uma nova experiência: tocar!

Hoje estávamos a falar dos bichos da seda e a professora falou-nos da forma como respiram, através de uns pequenos orifícios de cada lado do seu corpo, os espiráculos.

Para os vermos melhor, a professora perguntou quem gostava de os observar mais de perto. Claro que tínhamos que ter muito cuidado para não os magoar!

Inicialmente só 3 ou 4 corajosos se apresentaram mas, depois de verem os colegas com as lagartas na mão, quase todos quiseram experimentar!

- São macios!

- Fazem cócegas!

- São peludos!

Só depois de os pousar alguém se lembrou de perguntar se eles tinham todos o mesmo número de espiráculos, tal como todos nós temos duas narinas...

Já não dava tempo para voltar a investigar por isso, essa será uma das nossas próximas investigações!

quinta-feira, 15 de abril de 2021

Mais uma experiência e uma boa descoberta

 Continuámos com as nossas investigações para tentar descobrir algum outro tipo de folhas que os bichos-da-seda comam. Hoje foi a vez de experimentar a figueira.

Depois de observar e tocar na folha imaginámos o que aconteceria... A folha é da mesma cor, tem uma textura parecida e atá a forma parece a da amoreira bravia. Será que era desta vez que encontrávamos um substituto para a amoreira?

A Inês colocou a folha logo de manhã, a melhor hora pois elas comeram tudo de noite. Passado uma hora, aproximadamente, fomos ver e a folha tinha sido quase toda comida!

É mesmo muito bom termos verificado isto pois, para encontrar as folhas de amoreira, tem sido uma canseira!

A Inês colocou a folha às 9.15...
Às 10:30 era este o aspeto da folha!

terça-feira, 13 de abril de 2021

De manhã, Bichos-da seda, de tarde, invasoras

Hoje o Salvador trouxe folhas de videira para dar aos bichos-da-seda para continuarmos a investigar se elas comem outro tipo de folhas e não apenas as de amoreira. Desta vez nem sequer lhes tocaram e ao fim da manhã tivemos que as tirar e colocar as folhas de amoreira!

As folhas de cerejeira que pusemos na caixa onde colocámos os dois que as comeram, estavam hoje inteiras. Com medo que eles morressem, pusemos-lhes também folhas de amoreira. Amanhã vamos voltar a experimentar com as folhas de cerejeira... Será que as vão comer?...

De tarde foi tempo de falar de exóticas e invasoras.

Já sabemos que a erva-cortadeira e as acácias são plantas exóticas e invasoras e hoje ficámos a saber que também no reino animal há exóticas e invasoras, ao conhecer o lagostim de água-doce.

Foi o professor Ângelo, membro da Aprisof - Associação de proteção dos rios Sousa e Ferreira, que o apanhou no rio Sousa, no Salto e entregou-o à professora para o conhecermos. Agora temos que investigar esta espécie para saber porque é que ela é uma ameaça à biodiversidade do rio Sousa...




sexta-feira, 9 de abril de 2021

Continuando a Investigação...

 Hoje continuamos a investigação com os nossos bichos-da-seda e o tipo  de folhas que comem.

A Ana Matilde lembrou-se das nossas experiências e apanhou uma saca de folhas no seu jardim. Eram muito parecidas com as folhas de amoreira na forma, no tamanho, na cor e na textura.  A Ana Matilde não soube dizer o nome da planta, vai perguntar em casa, para sabermos.

A professora disse para esperar que os bichos comessem todas as folhas que lá tinham para que não restassem dúvidas quanto a serem comidas. A melhor altura seria a hora de almoço, pois ficava hora e meia para eles decidirem ou não comer as folhas.

Pouco depois do meio dia a Ana Matilde reparou que não havia nem vestígios de comida e colocou com muito cuidado várias folhas espalhadas pelo fundo da caixa.   

Logo um dos maiores se aproximou e começou a comer no meio de uma delas! Ficámos muito contentes! Afinal havia outras folhas que eles comiam!

Quando voltámos às 14 horas... apenas aquela folha tinha um buraquinho no a. As outras estavam inteiras! Afinal o bicho devia estar com tanta fome que tentou comer aquela mas logo desistiu, concluímos nós!

Lá tivemos que lhe deitar folhas de amoreira! Ainda deixámos as folhas da Ana Matilde mas acabaram por ser retiradas completamente inteiras.

 Comentamos que se calhar não vale a pena experimentar mais porque já experimentámos com três tipos diferentes. 
Eles estão cada vez maiores e a comer mais! O que vale é que as folhas das amoreiras continuam a nascer e começam a ficar maiores!

quinta-feira, 8 de abril de 2021

Um novo projeto: o bicho -da-seda

 Costumávamos ser 26 na nossa sala mas agora somos mais, muitos mais! 

A professora trouxe uma caixa com bichos-da-seda que vamos acompanhar no seu ciclo. Até calha bem porque começámos agora a falar dos Seres Vivos.

Há bichos de todos os tamanhos! Uns estão quase a fazer o casulo de tão grandes que estão e outros ainda se confundem com os resíduos do fundo da caixa, que descobrimos que são os excrementos deles. Para os observar melhor temos dentro da caixa uma mesa lupa que a professora também usa para fotografar e filmar.

Já tivemos que arranjar uma caixa maior porque temos mesmo muitos bichos que crescem muito depressa! A professora ia tirando os bichos e alguns davam muito trabalho porque estavam agarrados aos restos de folhas secas.
Os bichos-da-seda comem folhas de amoreira, o que é um problema, pois há na escola duas que a professora plantou mas ainda são muito pequenas. Para lhes arranjar comida, a professora tem que andar por aí à procura...

Tivemos uma ideia e com ela levantámos uma questão-problema:

- Será que os bichos da seda comem outras folhas?...

Resolvemos experimentar... Começámos pelas folhas de amieiro que até são parecidas! Podia ser que enganássemos os bichos! Mas não! Mal pousamos as folhas eles foram logo até elas mas deram voltas e voltas e afastaram-se. Experimentámos depois folhas de ácer, das pequeninas, muito tenrinhas, mas aconteceu exatamente o mesmo! 

Lá tivemos que colocar as folhas de amoreira que eles devoram num instante! Em 10 minutos, as folhas desaparecem e nem vestígios delas encontramos!

É muito engraçado observar de perto o fundo da caixa! Os bichos-da-seda são mesmo muito comilões! Quando lhes deitamos folhas, eles amontoam-se e só param quando já não há nada para comer!  Nos filmes que a professora faz na mesa lupa conseguimos ver a forma como eles comem, rodando a cabeça para a esquerda e para a direita, fazendo um recorte redondo na folha. 
Estamos curiosos para saber o que vai acontecer a seguir... Entretanto vamos espreitando a caixa, cada vez que temos a oportunidade!