Nas últimas semanas estivemos a estudar os pirilampos.
Começámos por explorar o livro "Baile de luzes", acompanhando parte do ciclo de vida da Luzia, um pirilampo fêmea.
Com esta exploração ficamos a saber as características dos pirilampos, o seu habitat, o seu alimento, o seu modo de reprodução e sobretudo, as ameaças à sua existência.
Respondemos a questionários onde trabalhámos individualmente português, matemática e estudo do meio.
Num trabalho colaborativo, em grupos planificámos e realizámos entrevistas, fazendo depois o tratamento das respostas dadas e fizemos experiências.
Com a família, realizámos uma saída de campo noturna para observar pirilampos no seu habitat.
Estivemos online com investigadoras que nos ajudaram a desenvolver este projeto.
Mesmo a acabar o ano, criámos um texto para uma dramatização sobre os pirilampos. Nesse texto colocámos tudo aquilo que sabíamos sobre os pirilampos, sobretudo, as suas ameaças, pois tinha sido este tema o escolhido para trabalhar no projeto.
Ainda em conjunto, criámos cartazes que vão ser usados na dramatização, criámos questionários online para perceber o que as pessoas sabem e depois, o que ficaram a saber, depois da nossa apresentação sobre os pirilampos.
Guardámos este último dia de aulas para fazer uma canção para os pirilampos. Não estávamos muito preocupados com o aspeto científico, pensámos apenas na sua magia e assim nasceu a nossa canção.
Tenho recebido registos fotográficos de umas ilustres visitas lá por casa. Aproveitando este tempo húmido e chuvoso, as salamandras de pintas amarelas resolveram dar o ar da sua graça!
Aqui está uma boa oportunidade de partilhar uma das experiências da sala, já do ano passado: a canção da salamandra!
A gravação foi feita logo no dia em que nasceu a canção, sem muitos ensaios, mas já vai acompanhar muito bem as fotografias partilhadas!
A nossa festa de Natal vai ter como tema "Ninguém dá presentes ao Pai Natal".
Estivemos a criar uma canção para apresentar a partir do título "Um presente para o "Pai Natal".
O texto foi criado em conjunto, com as ideias que cada um ia dando, procurando as rimas para o poema ficar mais bonito.
No fim gravámos logo, para não esquecer a música! Ainda não está muito bem porque foi a primeira vez que cantamos a canção, mas já podem ir aprendendo para cantar connosco!
Hoje a nossa manhã foi muito diferente do habitual!
Começámos online com o Filipe Pinto que, com a ajuda de uma atriz nos contou uma história sobre a água. As personagens eram o Próprio Filipe Pinto e o seu amigo Tobias, o picapau.
Durante a história pudemos ouvir e cantar as canções que o Filipe apresentava e no fim respondemos a algumas adivinhas.
Com esta apresentação, ainda a propósito do Dia Nacional da Água que assinalámos no dia 1, falámos da importância da água e da urgência de cuidar bem dela.
Logo, logo a seguir, no campo de jogos da escola, juntamo-nos todos para celebrar da melhor forma o Dia do Animal, libertando dois gaios que tinham sido recolhidos Em aguiar e que foram recuperados no Parque Biológico de Gaia.
A professora Marília, da Direção do Agrupamento, apresentou as pessoas presentes que vinham do Parque Biológico, do Parque das Serras do Porto, da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia. A Dra Raquel Viterbo, representante do Parque das Serras do Porto contou-nos a história dos gaios, conversando um bocadinho connosco.
No campo havia muitos mais gaios nas mãos dos alunos, uns grandes, outros pequenos, mas todos com as suas asas azuis.
Cantámos o Hino ao gaio e a caixa foi aberta... os gaios, ansiosos pela liberdade, esvoaçaram para o céu e desapareceram pela frente da escola. Nesse momento, todos aplaudimos, com alegria!
Cantámos mais uma vez o refrão do Hino, desejando aos gaios bons voos e prometendo-lhe que também nós íamos cuidar do Planeta, semeando.
Hoje soubemos que havia uma surpresa para celebrar no dia 4 de outubro o Dia do Animal. Se é surpresa não devia ser dito o que ia acontecer mas a professora resolveu contar-nos o que se ia passar.
O Dia do Animal será assinalado na nossa escola da melhor forma possível! Com a ajuda do Parque das Serras do Porto, vamos libertar dois gaios que estiveram em recuperação no Parque Biológico de Gaia!
Por acaso, desde que as aulas começaram, tempos andado à volta dos animais com a exploração do livro "O rouxinol e a sua namorada", de Sidónio Muralha. O gaio foi um dos animais que teve direito a um poema.
Hoje, depois de investigar para saber mais sobre este animal e de termos preenchido uma ficha de identificação onde também desenhámos, à volta do Projeto "Escrevinhando", os poetas fomos nós para criar um Hino ao Gaio. Fomos pensando no texto e a professora ia inventando a melodia, com o acompanhamento do guitalelé.
Agora é só treinar a canção e cantá-la na segunda-feira, aos gaios que vamos libertar.
Foi uma semana de azáfama na sala a preparar este dia tão esperado!
A expetativa para a entrega é muita e se calhar, alguma vão ser antecipadas...
De certeza que as mães vão adorar o presente! Vão poder relaxar com estas almofadas térmicas bem cheirosas, enquanto leem os maravilhosos poemas "saídos do coração", como a gente pequena costuma dizer!
Para que o seu dia fique ainda melhor, aqui vai uma nova surpresa!
Hoje, 23 de abrilcelebra-se oDia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor.
Esta data tem como objetivo realçar a importância e a utilidade dos livros, assim como incentivar para a leitura.
Falámos de livros associados à ideia de Direitos de Autor, ouvindo a leitura do texto "Carta a um humano", enviado pela turma anterior da professora para o concurso "Histórias da Ajudaris". A Ajudaris é uma instituição de solidariedade social e ao comprar este livro, somos também solidários. Percebemos que somos autores cada vez que criámos um texto e que, se o nosso texto for selecionado, podemos ser uns dos autores no livro de 2021. Como em Estudo do Meio andamos a falar de seres vivos e dos cuidados a ter com eles, este texto deu para um debate muito interessante! Estávamos em silêncio completo ao acompanhar a história que começou muito bem, ficou triste mas, felizmente, acabou bem!
Falámos também da importância dos livros enquanto meio de transmissão de cultura e informação para ouvir a leitura de "O tesouro", de Manuel António Pina, abordando o 25 de abril.
Também aqui estivemos com muita atenção! No fim cada um disse o que mais lhe tinha chamado a atenção. Achamos muito estranho saber que nesse país triste que era Portugal antes do 25 de abril rapazes e raparigas estavam separados nas escolas e não podiam ouvir a música de que gostavam ou ler qualquer livro, que as meninas não podiam usar calças, que as pessoas eram vigiadas a toda a hora e tinham o correio revistado, que tinham medo de falar o que queriam, ... Percebemos com esta história porque é que este é o Dia da Liberdade e porque lhe chamam Revolução dos Cravos. Foi bom percebermos que nesta revolução não houve tiros e portanto, nem mortos nem feridos pois das espingardas saíram apenas cravos, o símbolo deste dia.
Hoje tivemos um dia muito ocupado e animado! Terminava a nossa semana da leitura e o 2.º período.
Como aconteceu toda a semana, começámos o dia com uma história contada pelos pais, desta vez uma original criada pelo Duarte e pela mãe. Era uma história muito bonita que nos falava de amizade, de respeito, de ajuda. Toda a família do Duarte participou e nós adorámos a história. O Duarte sorria muito quando surgia o João pois era a sua voz.
Logo de seguida assistimos a uma apresentação da história D. Carmo feita pela Educadora Paula. No fim da história nós fizemos a sua dramatização e foi muito engraçado!
Chegou a hora do lanche e, tal como noutros dias esta semana, lanchámos no recreio! É muito bem sair da sala e fazer um piquenique no recreio!
A seguir ao lanche fomos para as pinturas criar um painel da primavera. Usar tintas e pincéis é bem melhor do que usar lápis, sobretudo quando temos uma grande folha colada nas janelas, no recreio! Foi muito animada, esta atividade! O resultado foram umas telas bem preenchidas mas também algumas roupas com novos desenhos e sobretudo, muitas tatuagens e até madeixas coloridas no cabelo!
Voltámos à sala para o número do dia pois essa tarefa não pode faltar! Antes de almoço ainda deu tempo para relembrar a história da D. Carmo e continuá-la numa folha dada pela Educadora Paula. Debaixo da cama da D. Carmo estava um lobo junto com os animais domésticos. Estivemos s tentar arranjar uma explicação para isso e inventamos um incêndio na floresta. A seguir criamos um texto sobre um animal à nossa escolha.
De tarde ouvimos a história da Maria Beatriz acompanhada pelos bonitos desenhos que ela faz. Ficámos a conhecer a abelha Bela e uma aldeia onde todos se uniram para salvar as abelhas, tão importantes para a biodiversidade.
Logo a seguir, para finalizar a Semana da leitura, relembrámos a importância dos livros e da leitura...
Um livro é...
uma história.
um professor
uma descoberta
uma aventura
uma viagem
um amigo
para depois elaborar um poema para uma canção.
Enquanto a professora registava as ideias que apresentávamos, ilustrámos um livro usando a nossa imaginação e criatividade. O nosso texto ganhou a forma de desenhos.
O livro faz-me sonhar, faz-me crescer com o que ele diz.
Conta histórias de encantar
de fadas e bruxas muito más
Ele faz-me imaginar
que de tudo eu sou capaz!
Ele fala de animais
de monstros e do fundo do mar
de flores e muito mais,
da importância de amar!
Mesmo, mesmo a acabar a tarde, gravámos a canção. O refrão estava bem sabido mas as duas quadras ainda saíram um pouco envergonhadas pois não tínhamos tido tempo de ensaiar muito! Quando voltarmos para o 3.º Período ensaiamos melhor e fazemos nova gravação!
Hoje não começámos do dia com uma história contada pelos pais mas sim pela escritora Manuela Mota Ribeiro.
Todas as turmas do Agrupamento estavam preparadas para receber na sala virtual a escritora.
A Dra Manuela mostrou-nos os personagens e falou-nos um bocadinho de cada uma.
Contou-nos depois a história do "Kiko, o dentinho de leite".
Ficámos a conhecer este dente que vivia na boca do Tomás, um menino que não gostava de lavar os dentes (não é nenhum dos Tomás da nossa sala, claro, porque esses lavam os dentes, de certeza!).
Claro que a história acabou bem pois o Tomás foi ao dentista por causa de uma cárie e percebeu que é muito importante lavar muito bem os dentes e passou a ter mais cuidado!
No fim da história cantámos a canção do Kiko, acompanhando-a com gestos. Para que a saibamos bem, aqui fica ela!
Pudemos depois colocar questões, aqui, das nossas salas. Na nossa turma, a Gabriela quis saber se quando ela era pequena como nós já gostava de criar histórias e ela disse que fazia composições, claro, mas que só por volta dos 15 anos é que começou a tomar mesmo gosto pela escrita. A Bianca perguntou se escrevia apenas para crianças e ela disse que acabou de escrever agora um romance para adultos.
Cada um já escreveu o seu Poema ao Pai, partindo das palavras que a ele associamos e que foram escritas no quadro. Concordámos que o pai é bonito, forte, trabalhador, amigo, carinhoso, inteligente,...
Criámos depois um poema coletivo que deu origem a mais uma canção.
Hoje estivemos a criar o nosso texto para o concurso "Histórias da Ajudaris".
A professora pediu-nos para fechar os olhos e entrar na nossa imaginação, depois de escrever no quadro o título do poema, "Se eu fosse...".
Começámos a imaginar muitas coisas, fugindo da realidade e daquilo que podemos mesmo ser, como disse a professora.
As ideias foram surgindo e juntos acabávamos as frases, depois de procurar as rimas. Tentámos que o nosso poema continuasse sempre no mundo da fantasia e da imaginação e os versos foram aparecendo aqui no blogue.
No fim a professora apresentou dois novos versos e cantou o nosso poema. Do nosso poema nasceu afinal uma canção!
Se eu fosse...
Se eu fosse uma ave podia voar, e o mundo todo iria explorar
Se eu fosse um cãozinho seria fiel, olhava o meu dono com olhos de mel
Se eu fosse um unicórnio fazia magia e a toda a hora espalhava alegria
Se eu fosse um gatinho falava a miar e muitas histórias eu ia contar
Se eu fosse a água podia regar e a natureza iria ajudar
Se eu fosse uma estrela podia brilhar e o céu escuro ia iluminar
Se eu fosse um gigante tocava no céu e com as estrelas fazia um véu
Se eu fosse um carvalho de ramos verdinhos, deixava as aves fazer lá os ninhos
Ai se eu fosse, ai se eu fosse, o que quisesse pensar...
Ai se eu fosse, ai se eu fosse, muito iria sonhar!
Agora vamos para casa mas vamos ter ainda uma tarefa que seria para amanhã: vamos ilustrar o nosso poema para juntar aqui às palavras.
A Covid mudou toda a nossa vida! Tudo o que fazemos é pensado com muito mais cuidado para nos protegermos e protegermos os outros.
Dantes lavar as mãos ou cumprimentar uma pessoa eram gestos simples, que fazíamos sem pensar, mas agora passaram a ter regras que temos mesmo que cumprir.
Se temos que aprender novas regras, vamos fazê-lo de uma forma divertida!
Começámos o ano logo a aprender a canção da lavagem das mãos. Agora todos sabem exatamente como devem lavar as suas mãos de uma forma segura!
Esta semana, numa nova canção, falámos dos abraços, beijos e miminho que não podemos dar ou receber e da falta que fazem. É importante mostrar aos que amamos o nosso carinho e por isso, esta canção dá-nos algumas soluções. A professora fez o poema da canção a partir das nossas ideias para substituir os beijos e abraços.
A canção está quaaaaase bem sabida e a lição aprendida!
A partir da canção, fizemos os desenhos, representando a ideia de que mais tínhamos gostado na canção. Os mais rápidos conseguiram acabar os desenhos para colocar logo aqui no blogue. Os mais lentos ou mais minuciosos levaram trabalho extra para casa.Logo que os desenhos estejam prontos, enviam-nos por foto e a professora acrescenta aqui na mensagem.
Esta foi a primeira gravação, ainda sem sabermos muito bem de cor a letra (até a professora se enganou no último verso!). Na próxima vez que a gravarmos, estará bem, de certeza, mas agora já a podem ir cantarolando, enquanto apreciam os nossos desenhos!
Hoje é Dia da Alimentação e por isso falámos sobre alimentos e hábitos alimentares saudáveis.
Todos soubemos dizer o que faz bem e o que faz mal, por isso, todos devíamos saber como nos alimentar saudavelmente.
A professora propôs-nos então criar um Abecedário da Alimentação. Retirámos o K, o W e o y porque é um pouco difícil encontrar palavras para estas letras.
Para cada letra sugeríamos várias palavras e chegávamos depois a um consenso, escolhendo uma. A seguir encontrávamos rimas para essas palavras. O mais difícil era arranjar uma rima que desse para fazer uma frase com sentido, relacionando-a com a alimentação.
Ficou assim o nosso ´
Abecedário da Alimentação:
A é a alimentação que faz bem ao coração
B é a banana que come à tarde a Ana
C é a courgete que a mãe na sopa mete
D é a dieta feita pela avó e pela neta
E é a estrelinha que faz uma boa canjinha
F é a fruta que às doenças dá luta
G é o galão que eu tomo com o pão
H é o hospital para onde vai quem come mal
I é a isca que toda a gente petisca
J é o jejum e não queremos nenhum
L é a limonada que me deixa refrescada
M é a maçã, a melhor fruta que há
N é a noz que comemos todos nós
O são os ovinhos que fazem bolos fofinhos
P é a panela onde cozinha a Gabriela
Q é o quivi que à sobremesa eu comi
R é a refeição onde como o salmão
S é a sopinha que eu como bem quentinha
T é o tomate que como com o abacate
U é a uva lavadinha com a chuva
V é o vinho, para nós, nem um bocadinho!
X é o Xavier, prova a comida com a colher
Z é Zé que nunca come de pé.
Na próxima semana vamos ilustrar o nosso abecedário e fazer com ele uma canção.
Depois de criar o abecedário lanchámos ao som desta música que alguns já conheciam e que nos ajuda a distinguir melhor os alimentos saudáveis.
A vontade de ver os amigos misturava-se um pouco com a ansiedade de uma nova turma e, para alguns, até uma nova escola.
A entrada nada tinha a ver com aquilo de que tínhamos memória! Um a um, sem nos misturarmos, fomos entrando. Faltou o abraço aos colegas, aos funcionários, às antigas e à nova professora.
A ansiedade foi quebrada com a colocação de umas coloridas coroas personalizadas, ou não fossemos príncipes e princesas deste reino da EB Recarei! Para complementar, recebemos a pulseira azul que nos identifica como turma.
As regras de segurança foram seguidas à risca deixando alguns um pouco ansiosos (até houve quem tenha tido necessidade de dar a mão à colega) mas até achamos engraçado caminhar na estrada verde até à sala.
As nossas educadoras entraram connosco na sala e ouviram-nos cantar a canção da formiga, a da lengalenga "Pique pique" e aprenderam connosco a canção da lavagem das mãos. Esta canção ensina-nos a lavar corretamente as mãos e é assim:
Molho as mãos e com o sabão,
esfrego as palmas de cada mão.
Entrelaço os dedos, continuo a esfregar
lavo bem os polegares a rodar.
Danço com os dedos na palma de cada mão
e os pulsos eu não esqueço, pois não!
Na sala era muita a euforia! Havia tanto para contar! Os dedos no ar ficavam cansados porque a espera era longa! Falamos da nossa família, dos nossos animais de estimação, das nossas brincadeiras preferidas,... Quem não era da escola logo se sentiu em casa!
Depois de umas corridas no recreio e do lanche na sala, ilustramos o separador do 1.º ano. Não era permitido usar borracha e a professora mostrou-nos como os riscos indesejados se podiam transformar numa pedra, numa borboleta, numa joaninha ou numa nuvem, usando a nossa criatividade. Ficamos a saber o que significa esta palavra. Ficaram muito bonitos, os nossos desenhos, alguns ainda a precisar de uns retoques amanhã.
Voltamos a casa cheios de coisas para contar. As nossas caras não enganavam ninguém! Os pais, lá fora do portão, puderam perceber que o nosso dia tinha corrido bem e ficaram muito mais aliviados!
Amanhã é um novo dia e novas aventuras teremos para contar!