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quinta-feira, 14 de março de 2024

Como vemos Darwin

 Na sala falamos muitas vezes de Darwin e todos anos assinalamos o seu dia, 12 de fevereiro.

Desta vez lembramo-nos dele respondendo ao desafio de ilustrar as capas da avaliação trimestral, e representamos o cientista com a ajuda de todas as imagens que temos visto dele.

Representámos a famosa fotografia onde aparece de chapéu, o barco Bealle onde viajou durante os 5 anos, recolhendo mais de 10.000 espécies, a tartaruga-gigante das Galápagos, a capa do seu importante livro e muitas das espécies que o fascinaram. 

Achamos que Darwin gostaria de ser ver representado por nós!



sexta-feira, 24 de novembro de 2023

Dia Mundial da Ciência

Hoje celebra-se em todo o mundo o Dia Mundial da Ciência.

O objetivo desta data é homenagear e celebrar o papel da ciência e lembrar a sua importância para a vida. 

Nós temos tido muitas oportunidades de trabalhar e somos uns felizardos porque temos tido a companhia de investigadores para nos orientar e ajudar!

Nas escolas de todo o mundo, para desenvolver nos alunos o gosto por esta área, realizam-se neste dia atividades relacionadas com a ciência e também nós as tivemos, desta vez com a orientação de três investigadoras do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S). 

i3S é o maior instituto na área da saúde em Portugal e um dos maiores da europa, o que significa que é quem mais constrói conhecimento, tendo alguns dos investigadores mais premiados e reconhecidos a nível europeu. As pesquisas são desenvolvidas por cerca de 800 cientistas que se dedicam a encontrar respostas para as áreas como a cancro, doenças infeciosas, neurobiologia, envelhecimento, medicina regenerativa.

Neste Workshop, AS MOSQUINHAS VÃO À ESCOLA, falámos de células, de DNA, de genética, de hereditariedade, a partir da observação da mosquinha da fruta, um pequeno inseto que costumamos ver lá por casa e que é um animal utilizado frequentemente em investigações científicas.

Depois de uma apresentação onde aprendemos a distinguir machos de fêmeas e pudemos conhecer o seu ciclo de vida, dividimo-nos em 4 grupos. Enquanto dois observavam ao microscópio vários exemplares de moscas, tentando ver as características das moscas, os outros dois grupos decifravam um código que os levou a várias características. Em alguns casos, coincidiam (cabelos lisos, olhos castanhos, por exemplo).

Gostamos sempre destas atividades onde podemos aprender mais, com a ajuda de especialistas!

segunda-feira, 16 de outubro de 2023

Um dia bem preenchido!

O nosso dia hoje foi muito preenchido!

Logo de manhã voltámos à biblioteca onde relembrámos as regras a seguir na utilização deste espaço. O professor Carlos perguntou-nos quais eram e fomos muito rápidos a responder pois elas estão bem presentes na nossa cabeça.


De regresso à sala, por ser Dia da Alimentação, fomos relembrar o texto instrucional para uma receita de gomas saudáveis.

Gomas saudáveis 

Ingredientes: 1 embalagem de gelatina de sabor 0%, 1 embalagem de gelatina neutra em pó, 200 ml de água

Preparação: Adicionar a gelatina de sabor à água a ferver e mexer bem até dissolver. Acrescentar a gelatina neutra e mexer durante 1 minuto. 

Colocar nas formas e levar ao frigorífico.

Já no fim da manhã participámos na atividade TPC - Todos Podem Contribuir, dinamizada pela Associação Salvador, assinalando o mês das Acessibilidades.

Nesta apresentação relembrámos as dificuldades apresentadas a quem está limitado nas deslocações. Pudemos analisar situações, vimos exemplos, imaginámos soluções,..., sempre pensando na inclusão e na necessidade e importância de mudar comportamentos.

Dia da Alimentação

Hoje é Dia da Alimentação 

Esta data foi criada em 1981 para lembrar a criação da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e tem como objetivo pôr-nos a refletir sobre este tema, pensando na situação no mundo inteiro. 

Depois de falarmos sobre a importância de uma alimentação saudável e de termos refletido sobre a situação crítica em muitas partes do mundo, sobretudo agora com situações de guerra e de catástrofes naturais, fomos elaborar um abecedário da alimentação em conjunto. Para algumas letras tínhamos muitas palavras, outras obrigaram-nos a ir ao dicionário pesquisar, mas o nosso abecedário ficou completo.


ABECEDÁRIO DA ALIMENTAÇÃO

A é a água, porque faz falta, eu trago-a

B é a berinjela que além de boa, é bela

C é a castanha que no outono se apanha

D é o dióspiro, se é azedo, até suspiro!

E é a ervilha que no teu prato brilha

F é a framboesa que embeleza a tua mesa

G é a gelatina, é bem saudável, imagina!

H é a hortelã que dá sabor ao teu chá

I é o iogurte que toda a gente "curte"

J é a jardineira que fez a cozinheira

L é o leite, bebê-lo é um deleite

M é a maçã  que deves comer de manhã

N é a noz que dá energia a todos nós

O é o ovo que come o velho e o novo

P é o peixe que a nossa barriga enche

Q é o queijo que no pão eu sempre vejo

R é o repolho que para a sopa eu colho

S é a sardinha, seja grande ou pequenininha

T é o tomatinho que eu como partidinho

U são as uvas que eu apanho com luvas

V é a vagem que na nossa digestão faz uma viagem

X é o peixe xaréu, não o conheces nem eu

Z é o zimbro, será que ajuda o meu ombro? 

terça-feira, 6 de junho de 2023

Experiências com a luz

 Continuamos no Bibliolab a explorar a obra "Baile de luzes".

Já sabemos muito sobre pirilampos e hoje, depois de trabalhar as simetrias com as imagens do livro e de preencher um novo mapa de conceitos com muitas das informações  que já temos, fomos tentar responder a esta questão-problema:

Será que a intensidade da luz afeta a nossa capacidade de ver os pirilampos? 

Depois de ver aqui  o vídeo que nos ajuda a preparar uma experiência, quando discutíamos formas de  a realizar, surgiram duas ideias, uma da Beatriz e outra da Mafalda. A Xana sugeriu-nos realizarmos ambas as duas e a turma foi dividida em dois grupos. Para a ideia da Beatriz precisámos de uma caixa e para a da Mafalda, de uma mesa e um pano completamente opaco. 

Nem de propósito, a Beatriz tinha uma caneta que a avó lhe deu ontem que tinha uma pequena luz. Que belo pirilampo de luz vermelha arranjámos!

Depois de preenchermos o guião, registando o que íamos mudar, o que mantínhamos, como íamos fazer e o que esperávamos, repetirmos várias vezes a experiência para termos a certeza na  resposta à questão problema. Efetivamente, como todos tínhamos previsto, a intensidade da luz afeta a nossa capacidade de ver os pirilampos. 

Desta maneira podemos perceber por que razão as luzes artificiais são uma ameaça para os pirilampos. É pelas luzes que eles comunicam, que encontram um parceiro e avisam os predadores que se podem defender com veneno. Se houver luzes, estes sinais não são visíveis e correm o risco de não encontrar parceiro para acasalar ou então serem comidos por um predador.

Bem, relativamente à forma de responder à nossa questão-problema, a Beatriz tinha uma outra ideia que seria muito mais atrativa! Podíamos escolher um local no recreio, fazer a observação e voltar lá a várias horas do dia, incluindo à noite! Gostámos muito destas atividades extra, por isso, ia ser uma maravilha ter de voltar ao trabalho à noite! 


quinta-feira, 30 de março de 2023

Galp Energy Up

Hoje tivemos uma aula diferente e muito interessante! 

Como nos preocupamos muito com o Planeta e com a sustentabilidade, a professora inscreveu-nos no Programa Educativo Future Up que "visa a sensibilização e promoção da transição energética e mobilidade sustentável, nomeadamente na utilização eficiente dos recursos e sensibilização ambiental, dirigido a crianças e jovens dos ensinos básico e secundário, a nível nacional bem como às respetivas comunidades escolares". 

Ontem escrevemos um texto sobre aquilo que sabíamos sobre a energia. Hoje pudemos aprender muito mais com o Engenheiro João Brito!

O engenheiro João começou por nos perguntar o que queríamos ser quando fôssemos grandes e comentou que se calhar íamos mudar de opinião depois desta atividade, escolhendo uma das profissões relacionadas com a energia. 

Começamos por falar do que era a energia e da sua importância e identificámos os diversos tipos de energia que existem. Nós soubemos referir perfeitamente as energias renováveis e as não renováveis! Aprendemos depois um conceito novo, o de "transição energética", percebendo que se refere à necessidade de mudar de atitudes relativamente às energias, preferindo as renováveis, não poluentes e amigas do ambiente.

Aprendemos depois o que são e como funcionam os painéis solares e os fotovoltaicos, conhecendo as vantagens e desvantagens de cada um. Ficámos espantados ao saber que existe um parque solar no sul de Portugal do tamanho de 230 campos de futebol! Este parque serve para abastecer 80 mil famílias, evitando a emissão de 75 mil toneladas de dióxido de carbono por ano, contribuindo assim para a diminuição do efeito estufa.

Falámos depois de mobilidade sustentada e o engenheiro João comentou que temos boas práticas quando dissemos que usamos quase todos o autocarro. Demos muitos outros bons exemplos de mobilidade sustentada como a partilha de carro dos nossos pais para o trabalho ou para os jogos.

Quando conhecemos as novas profissões da energia, alguns decidiram mudar de profissão, sendo técnicos, engenheiros ou investigadores na área da energia, outros mantiveram a primeira escolha mas pensaram numa segunda profissão e um grupo comentou que não tinha mudado de ideias.

Relembrámos algumas regras para poupar energia e recursos naturais, lembrando que pequenos gestos fazem a diferença e que é importante passarmos esta informação aos mais velhos.

Quase no fim da apresentação falámos de Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), e, apesar de não os sabermos identificar, conseguimos identificar exemplos para cada um. Este será o próximo tema a explorar. O engenheiro João mostrou-nos uma imagem apresentando 4 ODS que trabalhamos nesta atividade: Educação de qualidade, Energias Renováveis e Acessíveis, Produção e Consumo sustentáveis e Ação Climática.

Durante a atividade vimos e explorámos vídeos muito interessantes sobre o tema. 

Para terminar a atividade realizámos um QUIZZ e fomos muito rápidos a responder corretamente às questões, o que prova que já sabemos muito sobre este tema!

No fim da atividade recebemos um Robô solar, lápis, autocolantes e material para fazer umas sementeiras.

Gostámos muito desta atividade!

sexta-feira, 10 de março de 2023

Magnetismo e brincadeiras

 Em Estudo do Meio falámos de magnetismo  e a professora referiu um "jogo" que sabia que alguns tinham, o Geomag.

Hoje a Gabriela e o Zé Pedro trouxeram os deles e estivemos a aprender a explorá-lo.

Aproveitámos para relembrar os sólidos, criando-os com as indicações que a professora dava: "Tem 9 arestas e 6 vértices"; "Tem 6 faces todas iguais"; " Tem 5 vértices e as faces laterais são triangulares";... e assim representámos o prisma triangular, o cubo, a pirâmide quadrangular,...

A força de atração é fácil de descobrir e explorar. Tentámos depois descobrir como é que podíamos observar a  força de repulsão. Virando as barras fomos tentando e foi muito divertido ver as barras a "fugir"!

Aprendemos em tudo o que fazemos e às vezes pode ser muito divertido!

domingo, 12 de junho de 2022

Ainda as mimosas

 A Gabriela partilhou comigo hoje uma descoberta, enviando uma fotografia.

Trata-se de uma semente de mimosa.

Na exploração que fizemos para estimar quantas sementes produzirá uma mimosa, encontrámos vagens com uma semente, com duas, com três, com quatro, com cinco, com seis, com sete, com oito e com nove sementes.

A vagem que a Gabriela encontrou tem DOZE sementes!!!! 

É mesmo assustador! Aquele número enorme que encontrámos, pode ser ainda maior!

Era tão bom se as autóctones produzissem sementes nesta escala!


quinta-feira, 7 de abril de 2022

Explorando a floresta

A propósito do livro "Cem sementes que voaram", articulando os projetos "Bibliolab" e "A natureza é a melhor sala de aula", saímos para mais uma saída de campo. 

Começámos o dia a explorar uma ferramenta muito interessante, o Google Earth. Localizámos no planeta Portugal, e, seguindo uma ordem decrescente de área, procurámos o distrito do Porto, o concelho de Paredes,  a nossa freguesia, Recarei e finalmente, a nossa escola. Tentámos depois visualizar o Parque das Serras do Porto e até seguimos um bocadinho do percurso que íamos fazer a seguir.

Ainda na sala, relembrámos o nome das seis serras do Parque, Pias, Flores, Banjas, Santa Justa, Castinçal e Santa Iria (se cantarmos a canção, é fácil identificá-las!).  Pensámos depois para que serve uma floresta e imaginámos e descrevemos a floresta dos nossos sonhos. Não podíamos esquecer as ameaças que a floresta enfrenta e fizemos também esse registo.

Explorando o Caderno de Campo das Charnecas das Serras do Porto, imaginámos as espécies que íamos ver...

Para os registos da saída de campo tínhamos numa prancheta o guião que tínhamos iniciado na sala  e que fomos preenchendo, desde a saída da escola. 

Já lá fora, parámos para observar as espécies e afinal não encontrámos as nossas  florestas de sonho... No coberto vegetal mais rasteiro víamos muita urze, rosmaninho, tojo e giestas a começar a florir.

No local onde parámos, havia uns poucos pinheiros que alguém tinha plantado e vários tufos de mimosas. Pudemos confirmar que as que tínhamos descascado o ano passado secaram!


 Se olhássemos ao longe víamos muitos, muitos eucaliptos! 

No regresso à escola vimos também as ervas-das-pampas que costumamos controlar cortando as plumas.


Afinal não encontrámos a floresta dos nossos sonhos, ao olhar para as árvores!  Não havia carvalhos nem freixos ou azevinhos naquele espaço. De autóctones encontrámos naquele espaço dois pequenos salgueiros e a vegetação de arbustos que cobria o solo.

No regresso à escola passámos pelo grande pinheiro manso e pudemos ver alguns medronheiros e alguns sobreiros e pinheiros bravos.

Já na sala voltámos a falar de invasoras, lançando hipóteses para explicar como teriam surgido aqui no parque das Serras as mimosas..."Trazidas e plantadas por alguém que as viu noutro local e gostou delas, por um pássaro que trouxe as sementes, pelo vento,...

Este livro ainda nos vai trazer muitas descobertas!


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Ciência divertida

Hoje estivemos a brincar com a Ciência.

Temos falado de energia e das suas utilizações. Aprendemos a identificar as que são poluentes e as renováveis.  

Hoje ouvimos falar de energia estática e descobrimos que já a sentimos muitas vezes!

Cada vez que a professora fazia uma pergunta, todos levantavam a mão e respondiam afirmativamente:

- Quem já sentiu um choque a sair do carro?

- Quem já ouviu uns estalinhos ao tirar a camisola à noite?

- Quem já sentiu choque ao tocar numa pessoa?

- Quem é que já ficou ou viu alguém com o cabelo no ar, todo despenteado?

Todos já tinham vivido estas situações e aprendemos que são o resultado da energia estática.

claro que estes choques não fazem mal mas Às vezes incomodam!

A professora comentou que essas situações acontecem mais no inverno quando há mais humidade e se usa roupa sintética. 

Quando andamos o nosso corpo vai acumulando energia. Quando estamos muito carregados e encostamos uma parte do nosso corpo a alguma coisa ou a alguém com uma carga de energia diferente, há uma troca de umas partículas, os eletrões, formando a corrente que nos faz sentir o choque. 

Será que podíamos criar situações em que víssemos os efeitos da eletricidade estática? Afinal é fácil!

As brincadeiras/experiências começaram no recreio. A professora e a D. Leonor ajudaram-nos a esfregar balões com um pano. Encostávamos esses balões depois ao cabelo e eles ficavam colados! Conseguíamos ver os cabelos todos no ar! Foi muito divertido! 



Na sala experimentámos depois friccionar as esferográficas na camisola e aproximar de bocadinhos de papel. Estes eram atraídos e ficavam colados à esferográfica! Havia uma grande agitação na sala cada vez que alguém mostrava a esferográfica com os papeis colados.

A professora desafiou-nos a continuar em casa a exploração, recortando umas serpentes em papel e usar as esferográficas para as encantar...

Amanhã vamos partilhar o que aconteceu!


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

Dia Internacional das Zonas Húmidas

O dia 2 de fevereiro assinala o Dia Internacional das Zonas Húmidas que foi celebrado pela primeira vez em 1997. 

Este dia nasceu  da Convenção de Ramsar (Irão), em 2 de fevereiro de 1971, onde se discutiu a conservação e o uso sustentável das zonas húmidas.  

Começámos a semana a pesquisar o que eram Zonas Húmidas, vimos uns vídeos e fomos aprendendo algumas coisas: 

As Zonas Húmidas podem ser charcos, rios, lagos ribeiros, minas, zonas de mar de pouca profundidade,...

Estas zonas são muito importantes porque abrigam muita biodiversidade, servem de abrigo e de alimento a muitas espécies, ajudam a fixar o solo, ajudam a diminuir a quantidade de dióxido de carbono e o efeito estufa, por isso, combatem as alterações climáticas. 

Podem ser naturais ou artificiais, permanentes ou temporárias, com água parada ou corrente, doce, salobra ou salgada.

No caso do nosso charco, temos uma Zona Húmida artificial, temporária, de água parada e salobra

À tarde fomos explorar o charco, as suas características e a sua biodiversidade.

Levávamos uma prancheta com uma folha e um lápis e desenhámos o que víamos. Uns olhavam para cima, para as árvores, outros para a vegetação mais rasteira. 

Observámos com mais atenção os dois grandes amieiros e conhecemos novas espécies, o junco, a tabua-larga e o lírio-amarelo. Identificámos também uma espécie que achamos ser invasora e que vamos ter que controlar, que aqui chamamos cana-da-índia mas que não sabemos exatamente que espécie é. Pudemos observar o solo debaixo delas e nota-se bem a diferença ! Ali pouca ou nenhuma vegetação há! Apenas um lírio amarelo se via.

Aproveitámos para semear umas bolotas que tínhamos já a germinar e tivemos de regar muito bem porque a terra está completamente seca!


No fim desta atividade lanchámos sentados na erva verdinha, aproveitando este dia sorridente  de Nossa Senhora das Candeias.

Durante o dia fomos fazendo as nossas representações de uma Zona Húmida e da sua biodiversidade.

Dia de Nossa Senhora das Candeias

Hoje é Dia de Nossa Senhora das Candeias.

Há um ditado popular que diz:

"Se a Nossa Senhora das Candeias está a sorrir, está o inverno para vir

Se ela está a chorar, está o inverno a acabar."


Geralmente os provérbios dizem sempre a verdade. Era muito importante que este também tivesse razão!

Como hoje está sol, a Nossa Senhora está a sorrir e o ditado diz que o inverno está para vir. O Planeta precisa urgentemente de água, por isso, está a fazer muita falta a chuva!

Sem água acaba a vida!

Toda a gente gosta muito de sol, de calor, mas temos de pensar que a chuva é essencial!

Obrigado, Nossa Senhora das Candeias, por estares a sorrir neste dia!